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GRADUAÇÃO
Os cursos são ministrados em todas as áreas. Nas Universidades estrangeiras, não existe vestibular, assim sendo, elas levam em consideração o completo histórico escolar do aluno e cada universidade tem seu próprio processo de admissão do estudante.
O processo de inscrição inclui o envio de uma tradução juramentada do histórico de ensino médio e um dossiê com documentos e cartas solicitadas pela universidade.
É necessário que o interessado tenha domínio do idioma falado no país escolhido para estudar.
Caso o país seja de língua inglesa, as Universidades exigem que o aluno tenha uma pontuação acima de 213 pontos no TOEFL.
Dependendo das circunstâncias, as Universidades permitem que os coordenadores da instituição entrevistem o estudante pessoalmente ou via telefone, para avaliar se ele está apto a cursar o curso de sua preferência.
Uma carta de recomendação de professores brasileiros conta muito no processo de admissão.
Convém ressaltar que o sistema de ensino estrangeiro varia bastante do brasileiro, pois os dois primeiros anos das Universidades são, em sua maioria, básicos para todas as áreas.
Esse sistema de ensino permite que o estudante sinta-se mais seguro ao escolher sua área de estudo.
Quais são e como funcionam os exames obrigatórios:
Os exames obrigatórios mais comuns são o TOEFL (Test Of English as Foreign Language) normalmente aceito nos Estados Unidos e Canadá, o IELTS (International English Language Testing System) e o Cambridge, aceitos na Austrália, Inglaterra, Irlanda e Nova Zelândia e suas pontuações variam de uma Universidade para outra. No entanto, se você não possui os certificados, 90% das Universidades oferecem um curso preparatório com duração que varia entre 6 meses a 1 ano, que certamente resultará no seu ingresso.
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